# Espriella quer tratar grupos criminosos da Colômbia como terroristas **By:** Letícia Alves **Published:** 2026-08-25T14:32:46-03:00 **Source:** [Revista Oeste](https://revistaoeste.com/mundo/espriella-quer-tratar-grupos-criminosos-da-colombia-como-terroristas) --- Presidente defende ofensiva unificada contra organizações ligadas ao narcotráfico, à extorsão, à mineração ilegal e ao contrabando Letícia Alves nasceu em Fortaleza e se formou em jornalismo na Universidade Federal do Ceará. Atuou no jornal O Povo, Poder360, Brasil sem Medo e Gazeta do Povo. Atualmente, é repórter na Revista Oeste. O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella | Foto: Reprodução/defensoresdelapatria.com Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, declarou que todos os grupos criminosos do país devem ser tratados como "terroristas", durante um Conselho de Segurança em Barranquilla no dia 23 de agosto de 2026. Ele defendeu uma resposta unificada ao crime organizado, destacando a conexão entre narcotráfico, mineração ilegal, extorsão e contrabando. De la Espriella também anunciou a entrada da Colômbia no Escudo das Américas, uma aliança com os EUA para combater o crime, e a criação de forças de elite para for O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, afirmou que o Estado deve tratar todos os grupos criminosos do país como “terroristas”. A declaração ocorreu neste domingo, 23, durante um Conselho de Segurança em Barranquilla. De la Espriella defendeu uma resposta unificada contra o crime organizado. Segundo ele, narcotráfico, mineração ilegal, extorsão e contrabando atuam de forma conectada. “Aqui temos de parar de tratar esses bandidos de maneira diferente”, disse. “Temos que tratar todos sob uma única denominação, que é a de grupos terroristas.” O presidente também disse que o narcotráfico é a principal fonte de financiamento das estruturas criminosas e que o Estado combaterá essas organizações sem fazer distinções. Aliança amplia cooperação com os EUA A Colômbia anunciou a entrada no Escudo das Américas durante a posse de De la Espriella. A aliança, promovida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem como foco o combate ao crime organizado e ao narcotráfico na região. Os Estados Unidos declararam apoio ao governo colombiano para derrotar as organizações criminosas. A parceria prevê o fortalecimento das forças de segurança da Colômbia, com uso de tecnologia norte-americana e operações coordenadas entre os dois países. + Leia também “Espriella e o grito de sua terra” na Edição 335 da Revista Oeste De la Espriella também anunciou maior coordenação entre as Forças Militares, a Polícia, a Procuradoria e os juízes. O governo criará forças de elite e o Bloco Nacional de Busca contra a Extorsão. A estratégia também prevê ações contra as finanças criminosas, com apoio dos bancos e da Unidade de Informação e Análise Financeira (Uiaf). O presidente escolheu Barranquilla e sua região metropolitana como laboratório para a nova política de segurança. É professor, acadêmico, ecólogo, engenheiro agrícola, escritor e pesquisador brasileiro. Atuou na Embrapa por mais de 40 anos. Roberto Motta é Engenheiro Civil pela PUC-RJ e Mestre em Gestão pela FGV-RJ . Há mais de 10 anos, estuda segurança pública e, em 2018, foi Secretário Executivo do Conselho de Segurança do Estado do Rio de Janeiro. Entre outros livros, publicou "Os Inocentes do Leblon” e "A Construção da Maldade", sobre a crise de segurança pública do Brasil. Um dos criadores do Partido Novo, do qual se desligou em 2016, atualmente é colunista do Instituto Millenium, do Instituto Liberal, da Gazeta do Povo e comentarista da Rede Jovem Pan. Professor emérito de Sociologia na Universidade de Kent, na Inglaterra. Colunista da Spike Magazine, é autor de livros considerados clássicos sobre temas como medo, paranoia e guerra cultural, como How Fear Works (2018) e First World War — Still No End in Sight (2016). Pseudônimo do psiquiatra britânico Anthony Daniels. É autor de mais de trinta livros sobre os mais diversos temas. Entre seus clássicos (publicados no Brasil pela editora É Realizações), estão A Vida na Sarjeta, Nossa Cultura… ou O que Restou Dela e A Faca Entrou. É um nome de destaque global do pensamento conservador contemporâneo. Colabora com frequência para reconhecidos veículos de imprensa, como The New Criterion, The Spectator e City Journal. Escritor, analista político, palestrante e tradutor. É autor do livro "Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs". Tem passagens pela Jovem Pan, RedeTV!, Gazeta do Povo e Die Weltwoche, na Suíça. Trump eleva tarifas sobre produtos do Canadá para 50% Lula cobra resposta dos EUA sobre combate ao crime organizado